segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
UM PUXÃO DE ORELHAS
GOSTARIA DE MANDAR UMA IDÉIA PARA OS DONOS DE EMPRESAS DE ÔNIBUS QUE VIVEM RECLAMANDO DA VIDA E CHORANDO MISÉRIA (O ENGRAÇADO É QUE NUNCA VI UM DESSES CARAS ANDANDO DE ÔNIBUS. ESTÃO SEMPRE DENTRO DE SEUS CARROS IMPORTADOS E COM AR CONDIDIONADO. EEE VIDINHA APERTADA A DELES). PORRA!
VAMOS PELO MENOS DETETIZAR OS ÔNIBUS DO RIO DE JANEIRO E DE NITERÓI. NÃO É POSSÍVEL QUE COM ESSAS PASSAGENS ABUSIVAS AINDA TENHAMOS DE CONVIVER COM BARATAS DIVIDINDO OS INCOMODOS BANCOS.
FAÇAM-ME O FAVOR.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O q tá rolando por aí?
QUILOMBO DO GROTÃO COMEMORA O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA COM MUITO SAMBA, FEIJOADA E CAPOEIRAEm Niterói, o dia da Consciência Negra - Zumbi, tem um toque muito especial na comemoração que tradicionalmente ocorre no Quilombo do Grotão, sede da ACOTEM - Associação das Comunidades Tradicionais do Engenho do Mato e sub-sede da ASSET – Associação dos Sitiantes Tradicionais da Serra da Tiririca.
O Quilombo do Grotão está localizado no Engenho do Mato, na Serra da Tiririca e fica no sítio Manoel Bonfim, onde uma grande família de sitiantes negros e negras há décadas resiste à especulação imobiliária e às opressões do Estado, que em alguns momentos ainda tenta absurdamente discutir a retirada das famílias tradicionais desse local onde sempre viveram e sempre ajudaram e preservar.
Este ano a comemoração terá a tradicional feijoada no fogão de lenha, servida pelos membros da comunidade, a roda de samba de raiz com o grupo Choro Malandro e a roda de capoeira com o Mestre Léo Pivete e convidados. A feijoada será servida a partir das 13 horas, quando também começarão a se apresentar os capoeiristas, em seguida às 15 horas o Grupo Choro Malandro inicia sua apresentação.
CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ

http://www.indiosonline.org.br/novo/?p=4256
CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ
Educação diferenciada através da Cultura Indígena
CESAC
CESAC convidou você para o evento 'Ponto de Cultura - Índios em Contexto Urbano' em CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ
Conferir "Ponto de Cultura - Índios em Contexto Urbano" em CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉCESAC
Horário: 28 novembro 2009 de 15:00 a 18:00Local: Rua Mata Machado, 127 em frente ao portão 13 do Maracanã - RJOrganizado por: GT DE CULTURA
Descrição do evento:O SEGREDO DA ÁRVORE DO SOL : RETORNO DA ARARA AMARELA (MARACANÃ)Contação de histórias indígenas – Com a presença de Dauá Puri e Carol PotiguaraO ponto de Cultura Índios em Contexto Urbano tem um segredo para lhe contar, venha conhecer nosso espaço, nossa historia e nossa luta.
Sobre CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ
Entidade associativa de defesa de direitos e interesses indígenas.ONG fundada em 1993.
PALESTRA COM URUTAU GUAJAJARAASSUNTO: ANTIGO MUSEU DO ÍNDIO 19 novembro 2009 / 19:00 horasLocal: Paróquia Sagrada Família,Taquara- Rio de Janeiro
Horário: 19 novembro 2009 de 19:00 a 21:00Local: Paróquia Sagrada Família,Taquara- Rio de JaneiroOrganizado por: Laura Juliani
Ver mais detalhes e RSVP em CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ:
Sobre CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ
Entidade associativa de defesa de direitos e interesses indígenas.ONG fundada em 1993.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A VAIA
"Se vocês entendem de política como entendem de estética, nós tamos fodidos". Esse discurso do Caetano ficou famoso no festival da canção: foi um happening - o público vaiando e ele falando. Tem que ser muito homem pra isso.
TV BRASIL TENTA MOSTRAR QUE AINDA EXISTE VIDA INTELIGENTE NA TELEVISÃO

O Ponto Brasil é o único programa de televisão realizado de modo integralmente colaborativo por cerca de 100 pontos de cultura e coletivos audiovisuais espalhados no país. A primeira temporada estreia na TV Brasil, no sábado (21), às 23h45.
São 14 programas temáticos de meia hora cada um. Cerca de 400 pessoas, envolvidas no projeto, produziram 130 vídeos em 18 semanas de gravação, durante o ano de 2009. Desde os primeiros argumentos até à edição, cada vídeo é assinado por grupos que se reuniram sob a coordenação da equipe fixa do Ponto Brasil.
O Ponto Brasil também desenvolveu um método online de criação de conteúdo e produção audiovisual. Esse processo ocorreu em Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Bahia, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Acre e Pará.
A série vai abrir com Cidades, um programa recheado de vídeos produzidos em diferentes cidades, daí o nome do episódio. São pequenas histórias que começam a ser contadas em Belo Horizonte (MG), passam por outros lugares como São Paulo, Londrinha, Goiânia e fecham em Niterói (RJ), onde um homem se perde numa floresta urbana de símbolos comerciais.
O Ponto Brasil é uma coprodução da TV Brasil e Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (MINC). A estreia da temporada será neste sábado, dia 21, às 23h45, na TV Brasil.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
3ª mensagem OBSERVAR.ABSORVER:
Pelo fim da mentalidade colonizada. Pelo fim do comportamento-padrão. Fim à precedência da forma sobre o conteúdo. Consumir apenas o necessário - no mais, viver a vida e seus valores afetivos, emocionais, enfim, o ser em lugar do ter (sem percebermos, o ter se tornou a coisa mais importante da vida e a vida se tornou uma angústia só).
Vídeo para observar e absorver. Para refletir, decidir e praticar.
Bom proveito.
Eduardo e CristinaNiterói, 12 de dezembro de 2008.
Vídeo educativo sobre o CONSUMO INSUSTENTÁVEL – A História das Coisas O CONSUMO INSUSTENTÁVEL - numa linguagem bem simples para entender como nosso modo de vida está aniquilando com o Planeta.
Original produzido nos Estados Unidos (The History of Stuff)
http://www.unichem.com.br/videos.php (versão em português)
http://www.storyofstuff.com/index.html (english version)
"Nós não somos audiência, usuários finais ou consumidores. Somos seres humanos — e nosso alcance vai além de sua compreensão. Encare isso."
Como conhecer o mundo, sem conhecer a si próprio?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ATITUDE
Ensinando a viver e vencer, Cesar conta sua história
Cesar Cordeiro, 38 anos e uma rica experiência de vida. Esse verdadeiro guerreiro, que morou durante quase toda a vida na Rocinha, nos conta um pouco de sua história e de sua comunidade.
"Acho a Rocinha um ótimo lugar para se viver."
Pag 3

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Cesar Cordeiro Beariz, 38, morador da Rocinha, nasceu em Botafogo, Rio de Janeiro. Filho de Joaquim Rodrigues Bearis (português) e Narcizi Cordeiro (paraibana), Cesar foi um verdadeiro prodígio nos esportes radicais. Quando pensei nesta seção, lembrei logo deste nome como sendo perfeito para inaugurá-la. Mesmo perdendo a visão aos 19 anos, este guerreiro conseguiu dar a volta por cima e demonstrar que tudo é possível quando se tem força de vontade. Um verdadeiro retrato do que é ter Atitude.
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Como você entrou nos esportes radicais? Nos tempos de escola, conheci uma galera que tinha uma situação financeira melhor que a minha e eles curtiam andar de bicicleta. Foi aí que comecei no bicicross. Um tempo depois, enquanto trabalhava de caseiro, encontrei uma moto, daquelas pequenas, para minicross, largada na garagem. Pedi aos donos da casa e eles me deram.
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Quantos anos você tinha nessa época?
Treze anos.
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O que veio aseguir?
Depois quis uma moto melhor para entrar no motocross e comecei a juntar dinheiro. Trabalhava carregando sacos de golfe. Chegava ao campo as 7:00h para conseguir carregar pelo menos três sacos de tacos por dia.
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E conseguiu?
Aos 14 anos já tinha minha moto e comecei a dirigir carro. Entrei para o motocross como queria e comprei um Opala para o Stock Car. Aí meus pais se separaram e fui trabalhar de Marrequinho (empacotador, nos Supermercados Sendas). Passado um tempo, trabalhei como overloquista da Company. Juntei dinheiro e comprei uma moto melhor. Uma YZ250 Yamaha. Apaixoneime por Motovelocidade. Mas nisso, estava envolvido, ao mesmo tempo, com outros esportes, como o surf e o skate.
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Mas você se especializou em mo-tovelocidade?
Pratiquei vários esportes, mas a motovelocidade era minha especialidade. Corri em diversas competições. Tirei o primeiro lugar no Campeonato carioca em 86. Com 15 para 16 anos. Comprei outra moto com o prêmio. Tirei 2° e 3° lugares no campeonato Brasileiro. Tirei o 2° lugar na categoria estreante. Lembrando que, para um cara que mora dentro de comunidade, era muito difícil montar uma moto. É muito caro.
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Você chegou a receber alguma proposta na área?
Recebi uma proposta da Yamaha, mas em janeiro de 1990, entre 20h e 21h, no Alto da Boa Vista, minha vida mudou. Sofri o acidente que me tirou a visão. Depois de incontáveis acidentes, aconteceu este, que me impossibilitou de vez de praticar esportes radicais como vinha praticando. Estava em alta velocidade e bati de moto. Diagnóstico: Hemorragia e afundamento no globo ocular.
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O que mudou?
Tudo. Minha mulher me deixou, os amigos sumiram (chegavam a passar do meu lado em silêncio para eu não perceber que eram eles) e perdi o emprego. No início foi muito difícil, mas comecei a correr atrás e a visitar médicos. Chegando ao Instituto Benjamin Constant conheci os cursos que eram oferecidos. Fiz o Braille e o Soroban que são obrigatórios. Fiz também Datilografia, Encadernação, Massoterapia e Auxiliar de Radiologia. Fui considerado pelo setor de reabilitação como aluno exemplar. Fiz todos os cursos em quatro anos. Morei com uma pessoa (também deficiente visual) com quem tive uma filha, mas atualmente estou separado. Hoje atuo na Massoterapia e como Auxiliar de Radiologia. Faço também uns freelancers em uma gráfica que fica próxima a Rocinha como encadernador. Sinto-me completamente habilitado para exercer minhas funções. E bola para frente.
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Sobre a Rocinha
Por Cesar Cordeiro
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A Rocinha tem esse nome porque seus primeiros habitantes faziam hortas e criavam animais para o seu sustento. Os que chegaram depois se referiam ao lugar como Rocinha por seu aspecto rural. Uma mini roça. Aí foram fazendo casas até chegar como está hoje. Nos anos 80 e 90 a favela cresceu muito. Abriram creches, centros culturais, escolas e um farto comércio. Muitas melhorias foram feitas no que diz respeito à pavimentação e iluminação. A água que eu tinha de carregar até em casa já chega pelos encanamentos. Tem também a escola de samba Acadêmicos da Rocinha, que surgiu da união de dois blocos locais. Vivo muito bem na comunidade.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
REDSON FALA SOBRE VIDA, LUTA E

Por Fabio da Silva Barbosa
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Agradecimentos a Deise
(Revoluta Produções)
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Quem é Redson e o que é o Cólera?
Redson sou eu, ainda me descobrindo. Até onde sei bem, Redson = Filho Vermelho.Cólera é uma expressão de ímpeto, indignação, impulso. É nome da banda que faz um som diversificado, com raiz no punk rock e asas nas mensagens, isso há 30 anos.
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Sua atuação como militante político, conta desde antes do Cólera começar. Conte um pouco sobre essa fase pré Cólera.
Nos anos 70, antes de rolar o punk rock, eu estive presente naspasseatas de sampa; de professores, estudantes, bancários...o que fosse contra a ditadura, eu tava lá! Isso durou na ativa uns três anos. Depois adotei armas mais poderosas:uma guitarra e um microfone. Já era!!!
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Existe um discurso comodista que sempre lança contra qualquer tipo de esforço: "Nada disso adianta. O mundo é assim e pronto. Nunca vai mudar". O por que disso?
Bem, o termo que consolida isso é: SUPRESSÃO, ou seja, quando alguém vê sua conquista em aprender ou em buscar algo com forte expectativa; o supressor, vendo-se inferior em seu estado mórbido e de baixa auto-estima, logo deprecia a possibilidade, suprimindo sua ação. Não é brincadeira; teremos uma música no próximo álbum chamada: Supressão... hehehehe
Como uma banda sobrevive tantos anos sendo independente?
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Agora, vou dar alguns temas e gostaria que você falasse sobre eles:
Mídia: Um veículo a ser usado com cautela
(touro doido... hehehe)
Terrorismo:Mentiras
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Indústria tabagista: Idade da pedra
A atual situação política brasileira: Desrespeito. Faço meu dia a dia. Nem perco tempo vendo noticiário, vejo os cataclismas e assuntos que me interessam para a sobrevivência, mas se você for atrás, todas as noticias são as mesmas todos os dias em todos os órgãos de comunicação... Nossa!!! Só deve ter um jornalista em cada fato... Não existe relatividade na informação... Eles governam sua cidade... Fazem caixa pra investir na campanha de governador e assim querem ir até o topo.... E nós, com um imposto novo por bimestre, pagamos os panfletos e vinhetas de ultima categoria.
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Contatos da banda:
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http://colera.org/
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http://www.myspace.com/coleraoficial
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http://www.orkut.com.br/
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Main#Community.aspx?cmm=28030
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domingo, 15 de novembro de 2009
Só para compartilhar aí:
Olá a todos!!! Estou escrevendo esse texto só para falar um pouco de um trabalho que está sendo realizado na faculdade de arquitetura da UFF. Acho muito bacana essa área do urbanismo, mas é bem complicada também.
O nome da pesquisa é “arquitetura da violência” e esta já tem uns bons anos de estrada. Com isso, conseguiram diagnosticar panoramas de épocas bem distintas de São Paulo, Rio de Janeiro, metrópoles brasileiras.
Ela tem investigado como a violência tem “desenhado” um novo padrão funcional e formal de arquitetura e, conseqüentemente, de cidade, em particular, nos bairros residenciais das elites.
A expressão “Arquitetura da Violência” é entendida como a que visa promover a proteção e segurança pessoal e patrimonial. O fato evidente é toda essa influência pelo chocante pavor implantado pela mídia. Esta simultaneamente ao setor das empresas de segurança eletrônica etc, faturam cada vez mais, usando o terror como mercadoria, mesmo sutilmente.
Isso é de comum conhecimento, bem óbvio realmente.
A olhos vistos, em noticiários de jornais pode-se perceber o quanto fazem “merchant” dos equipamentos de segurança e de todo um arsenal de verdadeiro “parque de diversões” protegido e isolado, que é cada condomínio desses bairros da classe alta. Por exemplo, pode–se citar a Barra da Tijuca um dos locais que tiveram enormes contrastes entre o antes e o depois por causa do crescimento da violência.
Ocorre a “ Medievalização” dos espaços, das casas, apartamentos, com a criação de altos muros grossos, umas cabines de seguranças que mais parecem torres de vigias, uma verdadeira transformação em fortes...
Ah, vale lembrar que, por dentro, esses espaços se tornam de fato maravilhosos castelos, com “tuuudo” o que se pode precisar para o divertimento. Às vezes nem é necessário sair de casa para nada!!!
Criam-se playgrounds, enriquecem o lugar e, assim podem valorizá-lo, faturar lucros muito mais interessantes!!!
Ecossustentável? Ah sim, sim... Caso dê grana, será uma ótima propaganda para o projeto de condomínio, etc!!!
Contudo, dá pra imaginar o que ocorre no lado de fora dos muros não é mesmo?
Ao aumentar essa desigualdade entre favelas e castelos só tende a aumentar a violência e a indignação... BLÁ, BLÀ...
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
CHEGOU POR E-MAIL
QUILOMBO HIP HOP PARTY
FREESTYLE SESSIONS
COM
MARECHAL E EMICIDA
É você quem vai dar o tema, ao vivo nas telas para os Mcs fazerem Freestyle!!!
Será que eles vão dar conta???
PARA REFLETIR
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FUI COMPRAR ÁGUA
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FALEI PRO MANO QUE AQUI ELES DESLIGAM A ÁGUA NO TERMOSTATO
PASSOU DE 35° A ÁGUA FECHA
MAS QUE ISSO É SÓ POR QUE EU MORO AQUI
POIS SE EU ME MUDAR
ISSO VAI JUNTO COMIGO
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ELE NÃO ENTENDEUEU
EU DISSE: DIFICIL CAPTAR A MENSAGEM NÉ
É PRA REFLETIR
BOM DIA!


















